segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Baptizado #2

15 de Agosto de 2015, 10h

A cerimónia foi na Igreja Rainha Santa Isabel, padroeira da cidade de Coimbra.

O dia começou nublado.







Eram duas crianças a partilhar este dia.

A Igreja estava bem composta com vários familiares.

A cerimónia foi bastante bonita, com palavras amistosas do Senhor Padre.





A Princesa portou-se muito bem e no momento de derramar água nem chorou mas queria agarrar a taça.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Constança Cordeiro Ferreira

Como disse aqui, ando a ler o livro da Constança Cordeiro Ferreira e quando soube que ela vinha à FNAC, tinha de ir.

Apesar de ser um domingo e eu detestar ir para shoppings e estar um fantástico dia de sol, lá fomos os três ver e ouvir o que a Constança tinha para dizer.



A Constança convidou o Dr. Januário para este evento e foi muito agradável ouvir os dois.


A sala estava bastante composta de mães, pais, bebés e alguns avós.

Para quem leu o livro da Constança, este Workshop não trazia nada de diferente.


Mas foi óptimo ouvi-la e conhecer a Constança que é super querida e acessível. Um Amor!

No fim, claro que aproveitei para lhe agradecer o que me ajudou através do livro, dar-lhe dois beijinhos e pedir para me autografar o livro.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Aos seis assenta, aos sete adenta

Diz o provérbio. Principalmente os mais antigos regem-se por esta bitola segundo a qual define o desenvolvimento de uma criança. 

Pois a cachopa cá de casa está muito atrasada... 

Com 7 meses feitos à poucos dias é que se conseguiu sentar (sem apoio e estável) e dentes nem vê-los!

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Casamento


É tão bom poder fazer parte da vida das pessoas. Poder partilhar de momentos bons. 

No passado dia 5, foi a vez de participar num momento de muita felicidade da Andreia e do Júlio. Meus amigos de longa data.


Foi o segundo casamento a que a pequena foi este ano. Tão pequenina e já com uma agenda tão preenchida!

A cerimónia da Igreja foi lindíssima!

O Padre tinha uma voz muito reconfortante e passou uma mensagem muito bonita e tocante.

A cerimónia
No coro, tinha um rapaz com uma voz magnífica e que abrilhantou ainda mais este momento.

O Coro
O copo d'água foi na Quinta do Clero, um espaço lindíssimo, muito bem aproveitado, com muitas zonas verdes para passear e para os miúdos brincarem à vontade. 





O tema do casamento foi A Vida Académica.




Os noivos chegaram neste magnífico carro.


Foi um dia muito bem passado e ver a Felicidade deles, ainda foi melhor!

Que sejam muito felizes!

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A primeira vez doente

Na sexta-feira foi dia das vacinas dos 6 meses. Para não alterar a rotina dela, levei-a na mesma para o infantário.

Por norma ela não reage às vacinas. Nunca fez febre, nem ficou adoentada. 

Esta foi a primeira vez! :(

À tarde, quando a fui buscar a educadora disse-me que ela estava um pouco quente mas que não tinha febre. É normal, disse eu, depois das vacinas ela fica mais quentita mas não faz febre.

Foi só até chegar a casa. De repente estava nos 37,5ºC.

Dei-lhe Ben-U-Ron. Mas a febre não baixava. Estava com tosse, ranhosa e vomitou todo o leite que bebeu.

Já estávamos nos 39ºC quando o Pai decidiu ligar para a Saúde 24. Aconselharam-nos a ir ao Pediátrico.

Achei, apesar de já chorar por a ver tão prostrada e assim doentinha, que não havia necessidade de ir para o Pediátrico. Só em último caso. Mas o Pai tanto insistiu que lá fomos.

Deram-lhe mais Ben-U-Ron e veio para casa com o diagnóstico de gripe e prescrição de Brufen nos intervalos.

Felizmente fez efeito! A febre abrandou e devagarinho ela foi arrebitando.

Mas custa tanto vê-los assim doentes, sem podermos fazer nada. Sem saber o que fazer. Sem saber o que lhes dói. É de partir o coração!

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A separação

Terça-feira foi o primeiro dia da Creche. 1 de Setembro.

O início de um novo ciclo.

Não estava nervosa. Talvez ansiosa. 

Não tive insónias. 

Não senti o coração acelerado.

Estava tranquila. Tinha de ser. Não há volta a dar. 

Este dia, mais cedo ou mais tarde, ia chegar. Tenho que voltar às minhas rotinas. 

Estar 6 meses e meio em casa, a cuidar da minha filha, a vê-la crescer, evoluir, descobrir o mundo, já foi uma bênção. Muitas mães não têm essa oportunidade.

Por isso, fui-me preparando mentalmente para este dia. 

Muitos dizem que nos custa mais a eles do que a nós. Não sei... 

Ela nunca tinha estado sem ser comigo ou com o pai umas horas. Ficar num sítio diferente com pessoas estranhas, não deve ser fácil mesmo para eles, que pouco entendem!

Já houve um dia que tive de me ausentar por umas 4 horas. Esse dia custou-me, confesso. Foi a primeira vez que a deixei tanto tempo. Ficou com o Pai. Eu estava tranquila até ele me ligar a dizer que ela não bebia o leite e ouvi-la chorar ao fundo. Aí senti o meu coração pequenino. Mal comeu enquanto não estive em casa. 

Quando me viu, procurou o consolo no meu colo, mamou e adormeceu.

Fiquei preocupada a pensar neste dia que iria chegar... 

Como vai ser na creche?

Será que lhe vão dar atenção?

E ela gosta tanto de colo, como vai ser?

E se chorar, vão ver o que se passa?

Ela só adormece na mama e eu não vou lá estar!

Não gosta da chupeta!

Tantas perguntas, dúvidas, anseios que enchem um coração (e a cabeça também) de uma mãe!

Mas eles são mais crescidos do que nós pensamos e dão-nos grandes lições!

No primeiro dia deixei-a duas horas, das 9h às 11h. Aproveitei para ir às compras para casa. Assim, ocupada, o tempo passa mais rápido. Claro que olhava sempre para o relógio, a ver se não me atrasava.

Quando cheguei estava um pouco chorosa ao colo da educadora. Tinha fome. Não perceberam que tinha deixado o leite na mochila.

Acontece. Não pensei mal. Têm que dar atenção aos bebés, às mães que chegam pela primeira vez. Anotar as informações mais importantes. Acontece. 

No segundo dia, já lá almoçou. Comeu bem, adormeceu com a chupeta (!!!) e chorou um pouquinho.

Não fico ansiosa na despedida. 

Logo de manhã, digo-lhe que vai para a Escolinha. Que vai brincar com os meninos, aprender muito. Peço-lhe para se portar bem e digo-lhe que logo, logo a mãe a vem buscar.

Hoje, à saída, vi uma mãe a chorar. Tinha ido deixar a filha pela primeira vez. Tinha estado um ano com ela em casa. O marido consolava-a e a educadora dizia que era normal.

Senti-me uma má mãe. Eu não chorei ao deixar a minha filha. Nem quando me perguntavam como ela estava.

Ela tinha de lá estar. É a melhor hipótese que tenho para ela. O ideal seria ficar com ela em casa, até ao ano pelo menos mas, infelizmente o pai não ganha para nos sustentar às duas, o que o Estado apoia não é suficiente para essa situação e não, não ganhei o Euro-milhões nem nenhum daqueles prémios que nos dizem para ligar 500 vezes!

Por isso, não há volta a dar!

É acreditar que ela está bem, que isto é o correcto e o melhor para ela.

É dar-lhe um beijinho e com um sorriso dizer-lhe Até Logo!