quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

365 dias de ti!

E assim passou um ano!

Parece que foi no outro dia que descobri que estava grávida, parece que foi ontem que saíste de dentro de mim e já passou um ano!

365 dias de ti!

365 dias de amor, de descobertas, de aprendizagens, de entendimento, de compreensão, de fascínio, de desespero, de alegria, de sorrisos, de algumas lágrimas, de muito sono!

Ser tua mãe é tão fácil, tão doce, tão maravilhoso! Até tenho medo do que para aí vem (sim, que algum dia vou pagar isto tudo!).

Dás-me tanto!

Começaste a gatinhar à quinze dias (agora que devias começar a andar lembraste-te de gatinhar).

Levantas-te e sentas-te com muita facilidade, ficas agarrada ao sofá e à mesa de brincar e deslocas-te.

Sorris muito!

Fazes birra para mudar a fralda.

Gostas de música e baloiças-te com qualquer cantoria.

Bates palmas e fazes uma grande festa!

Dizes adeus só a rodar a mão, como uma princesa.

Atiras as coisas para o chão e ficas muito espantada. Fazes "Ooohh!" e viras as mãos.

Sabes bem quando é hora de comer e adoras comer, principalmente fruta.

Adoras brincar na mesa que o Tio deu e encaixar e desencaixar as peças. É fantástico ver o teu raciocínio de onde encaixá-las e como podem caber ali.

Dizes "Olá" e "Cá" (quando queres algumas coisa).

É maravilhoso ver o teu sorriso quando te vou buscar à Escolinha ou quando chego a casa. O meu dia fica ganho.

Já tens 5 dentinhos (quase 6).

Dás abracinhos e beijinhos de boca aberta (cheios de baba, mas maravilhosos).

Atiras beijinhos com as costas da mão.

És muito observadora e atenta.

Gostas de passear.

Sabes fazer charme com os olhos semicerrados.

Adoras comer bolachinhas.

Foram 365 dias de muito amor!

Que venham muitos mais! 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Sou má mãe!

Não é fácil, ninguém o disse que era!

Mas há dias, momentos, segundos até que nos sentimos mal... péssimas!

Eles não vêem com livro de instruções e nós também não. Somos comandadas pelas hormonas que nos deixam alteradas, sensíveis, frágeis, inseguras.

Isto não é um jogo, nem um programa de televisão. Não dá para fazer pausa, andar para trás, avançar para saber o resultado, ou simplesmente recomeçar. Isto é a vida. Que avança com as nossas escolhas, com as nossas decisões. Sejam elas boas ou más, só depois saberemos.

E há momentos em que já não suportamos ouvi-los chorar. Há momentos em que só queremos dormir. Em que gritamos. Momentos em que choramos. Momentos em que só queremos desaparecer. Há situações em que não sabemos o que eles querem. Em que não os entendemos. Somos nós a crescer como mães. São eles a fazerem-nos crescer como mães. A testar a nossa paciência. O nosso desconhecimento. O nosso sexto-sentido. Testam o nosso cansaço. O nosso Amor.

Há momentos, alturas em que me sinto má mãe. Porque não consigo perceber porque ela faz birra. Porque chora. Eu pergunto-lhe mas ela não me responde. Não a consigo entender. Então a falta de paciência sobe e grito. Ela chora. Por fim, quando finalmente chego lá, quando finalmente sei o que a incomoda, choro. Peço-lhe desculpa! Eu não a estava a entender. Sinto-me má mãe. Porque apesar de ter tido paciência. De ter respirado fundo 5, 6, 20 vezes, mesmo assim não foi suficiente. Cheguei ao meu limite. Depois vem a bonança. A calma. A compreensão. E em sintonia as duas voltamos à nossa rotina.

Mas o sentimento está lá. Falhei. Não a soube perceber. Eu, que já devia saber o que cada choro significa. O que cada birrita quer dizer. Mas naquele momento não consegui. É normal. Faz parte. Faz parte do crescimento. Faz parte de ser Mãe. Sim, que as mães também erram. Também se enganam. Afina é um novo caminho que estamos a fazer (mesmo que já seja um segundo ou terceiro filho - ninguém é igual um ao outro). Não há fórmulas, segredos, chaves para o sucesso. Tem de haver paciência, calma e muito Amor!

O reconhecer que errámos é, a meu ver, uma forma de crescimento.

E isto é só o inicio! ;)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Saldos #3

Toda a mulher adora roupa! E, quase todas, adoram ir às compras.
Desde que somos mães - e não sei se concordam comigo - saímos de casa para comprar roupa para nós e vimos cheias de sacos de lojas infantis... Verdade?!
Então lá fui eu abastecer o guarda-roupa da Princesa, já a pensar no próximo Inverno!

Calças vermelhas da H&M
Calças Rosa H&M

Casaco Polar Zippy

Calças Cinza Lefties

Camisolas H&M

Camisola Polar Primark

Fato de Treino Rosa Zippy
Camisolas de gola alta Primark




quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Os primeiros sapatos


Agora que só quer estar em pé e dar os primeiros passitos agarrada é importante ter um bom calçado. Um calçado de sola semi-rígida, com bom suporte lateral para dar estabilidade ao pé e segurança ao bebé.

A minha escolha tinha de ser da Chicco. Primeiro porque é quase a única marca que tem calçado adequado para esta fase e com o tamanho 18 (sim, que a Princesa tem o pé pequenino e mesmo assim o 18 ainda tem uma folguinha), segundo porque independentemente de marcas, sem dúvida que Chicco é sinónimo de qualidade e conforto.

As solas têm uma palmilha que estimula vários pontos na sola do bebé.

 

Este é um calçado com uma boa estrutura que vai dar segurança para o bebé se colocar em pé e dar os primeiros passitos. É o mais importante nesta fase: a segurança e o conforto do bebé.

Por isso, o calçado não pode ser descurado nesta fase. Em casa, o ideal será andar descalça ou com umas meias anti-derrapantes para ter liberdade de se movimentar, mas para a rua, ou para o colégio, tem de ter um calçado que lhe permita deslocar-se com segurança e ajude a formar o pé.

Ela tinha uns sapatos moles e de sola lisa - de enfeitar, como dizem - que lhe causaram algumas quedas no colégio, porque como se coloca em pé, desliza. Daí a importância de ter um bom calçado para começar nesta nova etapa. 

Também foi bom para aproveitar os saldos, porque a qualidade paga-se e os sapatos da Chicco são bons... mas caros! ;)

Claro que não podemos olhar a valores mas à qualidade do material pois é nesta fase que se forma o pé e adapta-se à nova etapa que aí vem. Já lhe tinha comprado outros sapatos de sola semi-rigída mas moles - tipo pantufa - e não lhe davam grande estabilidade e o pé tombava para o lado o que não é nada bom!
 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Já podes ir ao segundo!

Ultimamente é a frase que ouço com mais frequência.

Eu sei que não é por mal, mas a cachopa ainda não tem um ano e já me querem empurrar para outro?

Eu sei que precisamos de crianças mas vamos ter calma minha gente!

Isto da maternidade é muito giro, muito lindo e tal mas eu ainda não recuperei das minhas horas de sono!

Há por aí muitas mulheres corajosas que a criança tem pouco mais de 6 meses e já têm o segundo a caminho... Cada uma é que sabe de si! Não critico, pelo contrário: sou a primeira a aplaudir de pé!

Mas para mim esse não é o meu plano!

Não sentem que há uma certa pressão social em relação a nós, mulheres?

Quando namoramos... Quando te casas?

Quando nos casamos... Quando tens filhos?

Quando temos um filho... Quando vais ao segundo?

Querem sempre mais e mais!

Eu contra mim falo que às vezes, quando dou por ela, lá saiu a pergunta da praxe! Mas já que provei do meu próprio veneno, já me controlo mais um bocadinho. Não há como passar por elas!

É que há alturas que parece que as pessoas se juntam e fazem as mesmas perguntas ou comentários, não é? E quem tem que as ouvir, a partir da quinta vez já sai um sorriso amarelo.

Se quero ir ao segundo? Não sei.

Neste momento, quero aproveitar esta fase que é maravilhosa. Quero aprender com ela, fazer as mesmas descobertas que ela, aproveitá-la ao máximo! 

O resto? Logo se vê!

E por aí? Como é a vossa experiência?